Sábado, 24 de Agosto de 2019

Mato Grosso

Segunda-Feira, 10 de Dezembro de 2018, 07h:06

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Cargos do governo Jair Bolsonaro em Mato Grosso podem ter indicações políticas

Redação

Reprodução

Carlos Bezerra(MDB) e Victório Galli(PSL)

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), disse, durante a campanha, que não iria distribuir cargos do governo por meio de indicações políticas de partidos, o chamado toma lá dá cá. De fato, o capitão reformado do Exército não escolheu os ministérios com base em sugestão de legendas, prevalecendo, assim, o caráter técnico dos futuros ministros.

O economista Paulo Guedes e o ex-juiz Sergio Moro, que estarão à frente dos superministérios da Economia e da Justiça e Segurança Pública, respectivamente, são exemplos disso. Concordando ou não com as posições assumidas por cada um deles, é inegável que não foram indicados por partidos.

Terceiro escalão

Com os ministérios e suas secretarias — cargos de primeiro e segundo escalões, respectivamente — respeitando o caráter técnico, restou aos deputados federais e senadores da base aliada indicar nomes para as superintendências e diretorias regionais, que fazem parte do terceiro escalão.

Pensando nesses cargos que os deputados federais Carlos Bezerra(MDB) e Victório Galli(PSL), vem articulando junto ao presidente e a Casa Civil para indicação desses cargos.

O próprio DEM de Mato Grosso não descarta essa possibilidade.

 

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