Sábado, 26 de Maio de 2018

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Sábado, 05 de Maio de 2018, 09h:23

COMBATE À PIRATARIA

Decon apreende 1,7 mil mídias piratas em Cuiabá

Decon foi chamada pela Prefeitura de Cuiabá após reclamações sobre o comércio de ambulantes na região central da cidade

Redação

Divulgação/PJC

Mais de 1.700 mídias piratas que eram comercializadas na região central de Cuiabá foram apreendidas, na sexta-feira (04.05), em uma operação integrada da Delegacia Especializada do Consumidor (Decon), da Polícia Judiciária Civil, Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp), Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), Procon Municipal e Polícia Militar.

A ação tinha como alvo 05 pontos utilizados por profissionais autônomos, que atuam como “Camelôs” e resultou na condução de quatro pessoas envolvidas com o comércio irregular. A primeira fase da operação foi realizada no mês de fevereiro e resultou na apreensão de mais de 5,4 mil mídias.

A ação conjunta foi deflagrada após uma solicitação de apoio da Prefeitura Municipal, visando a fiscalização dos comércios ambulantes na região da Praça Ipiranga, Centro de Cuiabá, que atuam com a venda de produtos falsificados.

O trabalho foi requisitado após uma série de reclamações sobre a atuação dos comerciantes, que atrapalham o trânsito de carros e pedestres, assim como as vendas nas lojas da região.

Enquanto os policiais da Decon e agentes do Procon realizavam o trabalho de combate a pirataria, os fiscais da prefeitura tiveram como alvo os camelôs ambulantes que atuam sem qualquer autorização.No total, foram apreendidos 1.383 mídias de DVD's e mais 341 CD's de origem pirata. 

Segundo o delegado da Decon, Antônio Carlos de Araújo, apesar de comum entre a sociedade, a prática de vender mídias piratas é crime e não se admite a aplicação do princípio da adequação social.

“O superior Tribunal de Justiça, pacificou o entendimento sobre o assunto, editou a Súmula 502, que consolida a questão sobre a conduta de expor à venda CDs e DVDs piratas. Os envolvidos com o comércio irregular serão interrogados, sendo instaurado inquérito policial para apuração da conduta e responsabilização dos envolvidos”, destacou o delegado.  

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