Terça-Feira, 20 de Novembro de 2018

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Quarta-Feira, 31 de Outubro de 2018, 10h:11

OPERAÇÃO LOX

Presos golpistas que atraiam vítimas com preços atrativos de veículos de luxo

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Pontes e Lacerda e Alta Floresta.

Redação

PJC-MT

Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO)

Oito pessoas foram presas durante deflagração da operação LOX, na manhã desta quarta-feira (31) em quatro cidades mato-grossenses em ação conjunta da Polícia Judiciária Civil, por meio da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), e o Núcleo de Repressão às Organizações Criminosas e à Corrupção da Secretaria de Segurança Pública do Espírito Santo (NUROC-ES).

As diligências, objetivando o cumprimento dos 12 mandados de busca e apreensão e 10 de prisão preventiva, são realizadas com apoio de outras unidades da Polícia Civil, como a Gerência de Operações Especiais (GOE), a Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) e a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (DEMA).

De acordo com o delegado titular da GCCO, Diogo Santana, os presos vão responder criminalmente por estelionato e organização criminosa e serão apresentados ao Juízo de Vitória, no Espírito Santo.

O delegado destaca ainda a relevância dos mandados de busca para a continuidade das investigações e consequente identificação de todo a organização criminosa. “Além das prisões, também foram realizadas apreensões de material que subsidiará os trabalhos investigativos em andamento, como anotações, extratos bancários, comprovantes de depósitos e telefones celulares”.

A operação

Batizada de LOX, a operação faz referência a um anagrama construído com as letras do site de comércio virtual OLX, utilizado pelos criminosos.

As investigações apontaram que os suspeitos simulavam a comercialização de veículos de luxo, usavam comprovantes de depósitos falsificados, ludibriando as vítimas que eram atraídas por preços muito abaixo do mercado. Os criminosos negociavam os veículos que, de fato, não pertenciam a eles. Uma das vítimas chegou a depositar R$ 185 mil, em contas bancárias indicada pelos suspeitos.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Pontes e Lacerda e Alta Floresta.

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