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Sexta-Feira, 10 de Janeiro de 2020, 07h:00

CRIME BÁRBARO

Casal confessa ter matado bebê em Tabaporã

Redação

Divulgação/PJC

A assessoria da Polícia Judiciária Civil confirmou que casal confessou ter matado a bebê de 6 meses, afogando-oa em um córrego no município de Tabaporâ (643 km a Médio-Norte de Cuiabá). O fato ocorreu há 13 dias e foi investigado após denúncia feita ao Conselho Tutelar, na quarta-feira (08.01). O casal foi autuado em flagrante pelo crime de ocultação de cadáver e responderá em inquérito policial por homicídio qualificado.

O corpo da criança foi localizado na noite de quinta-feira (09.01) depois que a polícia localizou os pais em Jataí (GO). Eles confessaram o crime e indicaram onde tinham ocultado o corpo do bebê.

Segundo testemunhas, o fato ocorreu no dia 27 de dezembro, quando o casal, pais da bebê, foi visto em três situações, a primeira delas, nas proximidades do Rio Sereno com o carrinho de bebê (não sendo constatado se a criança estava no carrinho ou não).

Logo em seguida, o casal foi visto sozinho sem a criança e sem o carrinho e mais tarde, pedindo carona a terceiros, apenas com mochilas e também sem o bebê. Desde então o casal não foi mais visto na cidade. A casa que eles moravam estava abandonada só com os móveis e alguns pertences pessoais deles e da criança.

As investigações iniciaram na quarta-feira (08.01), após denúncia feita ao Conselho Tutelar, relatando que o pai da criança disse que teve que sair as pressas da cidade e pediu para que fosse colocado fogo nas coisas do bebê. O carrinho da criança foi encontrado às margens do rio.

Assim que foi acionada, a equipe da Polícia Civil de Taboporã iniciou as investigações, identificando testemunhas que contribuíram com informações sobre o caso. As diligências estão em andamento e a equipe do Corpo de Bombeiros de Sinop está na cidade para auxiliar as buscas no rio.

Há cerca de quatro meses, o casal já havia sido denunciado por maus tratos contra a criança, e a bebê ficou na Casa de Passagem durante certo período, até que a guarda foi restituída aos pais. (Com informações da PJC)

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